LA VEINE: 4 INSPIRING WOMEN

July 01, 2016

4 INSPIRING WOMEN

I've been inspired by people - both women and men - for as long as I can remember. From people I personally know to writers, or artists, certain words and actions made me look up to someone I thought was worthy of admiration. I think it's important that everyone, especially as a child, has someone like that to admire. My "human inspirations" have been changing through the years, but today I want to talk about some of my current objects of admiration. I only chose four because I didn't want this post to be super long, but I'll be more than glad to write a second post if you want to know more about the women who inspire me. Later I'll also share my list of men.

Eu tenho sido inspirada por pessoas - tanto homens como mulheres -, desde que me lembro. Desde pessoas que conheço pessoalmente a escritores, ou artistas, certas palavras e ações fizeram-me ver alguém como um exemplo e alvo de admiração. Acho que é importante que toda a gente, especialmente enquanto criança, tenha alguém assim que possa admirar. As minhas "inspirações humanas" têm mudado ao longo dos tempos, mas hoje quero falar dos meus actuais objetos de admiração. Escolhi apenas quatro porque não queria que o post fosse excessivamente longo, mas terei todo o prazer em fazer uma segunda edição se alguém estiver interessado no assunto. Mais tarde partilharei também a minha lista de homens.
Madame de Pompadour was born in Paris, in 1721.  She was, from a very young age, educated to be a courtesan in the french court since her mother strongly believed she would be the king's lover one day. Although her parents could not pay for this kind of education a friend of the family, who people said to be her real father, funded it.
At 19, Jeanne (that was her real name) married someone and got access to the court, where she quickly became popular due to her intelligence and beauty. Eventually, she ended her marriage to become the king's mistress and move to Versailles. But this is not what really matters, although it's important to say that the king gave Jeanne the title of Marquise.
Being officially named Madame de Pompadour, Jeanne became a patron of the art, science, and literature. She founded her salon which was attended by a number of writers, artists and philosophers leaders of the illuminism (like Diderot, Rousseau and Voltaire who, thanks to her, was hired as the king's historiographer) and sponsored many painters, sculptors, architects, writers, etc. She supported the development of Diderot's Encyclopedia (the first french encyclopedia) and of Sèvres, a manufacturer of porcelain that quickly became one of the largest companies in Europe and provided many high-paying jobs to it's district. She was also an influential advisor of the king in matters of politics.
Many people may think Madame de Pompadour's biggest achievement was to be the king's mistress and a popular person at french court, but I personally admire this woman due to the fact that she hosted so many meetings between intellectuals who would implement the illuminism, that got society rid of the medieval traditions and brought back the power of reason and intellect. And, of course, because she helped artists that we probably wouldn't recognize otherwise.

Madame de Pompadour nasceu em Paris, em 1721. Foi desde muito cedo educada para ser uma cortesã na corte francesa, uma vez que a sua mãe acreditava convictamente que ela seria a amante do rei um dia. Embora os seus pais não pudessem pagar este tipo de educação, um amigo da família, que as pessoas diziam ser o verdadeiro pai de Jeanne (este era o nome verdadeiro dela), fez questão de pagar.
Aos 19 anos, Jeanne casou com alguém que lhe deu acesso à corte, onde rapidamente se tornou popular graças à sua beleza e inteligência. Eventualmente acabou o casamento para se tornar amante oficial do rei e mudar-se para Versailles. Mas estes factos não são assim tão relevantes, embora seja importante referir que o rei lhe deu o título de Marquesa.
Sob o nome oficial de Madame de Pompadour, Jeanne tornou-se uma patrona das artes, da ciência e da literatura. Fundou o seu salão, que era frequentado por escritores, artistas e filósofos líderes do iluminismo. Dentro deste grupo estavam nomes como Diderot, Rousseau e Voltaire (este último, graças a ela, tornou-se o historiógrafo do rei). Madame de Pompadour apoiou também o desenvolvimento da Enciclopédia de Diderot (a primeira enciclopédia francesa) e Sèvres, uma empresa manufactora de porcelana que rapidamente se tornou uma das maiores da Europa e forneceu muitos empregos bem pagos no seu distrito. Além de tudo isto, foi uma conselheira influente do rei em questões de política.
Muita gente pode pensar que a maior conquista de Madame de Pompadour foi tornar-se amante do rei e uma pessoa popular na corte, mas eu admiro-a por ter hospedado tantas reuniões entre os intelectuais que iriam mais tarde implementar o iluminismo, que livrou a sociedade das tradições medievais e trouxe de volta o poder da razão e do intelecto. E, claro, porque ela ajudou artistas que caso contrário não seriam reconhecidos ainda hoje.
Irena Sendler was born in 1910 in Otwock, Poland. She was the daughter of a doctor whose patients were mostly poor jews. When Germany invaded Poland in 1939, Irena was a senior administrator in the Warsaw Social Welfare Department, which operated canteens in the city that provided meals, financial aid and other services for those in need. Thanks to Irena, the canteens also started providing clothing, medicine, and money to the jews. These Jews were registered under fictitious Christian names, and to prevent inspections the Jewish families were reported as being victims of typhus and tuberculosis.
When the Nazis created the Warsaw Ghetto in 1942, Irena joined Zegota, the Council for Aid to Jews, organized by the polish underground resistance movement. She directed the efforts to rescue Jewish children.
Irena got a pass from Warsaw Epidemic Department Control so she could enter the Ghetto legally, and she used to visit it daily bringing food, medicines and clothing. Even so, 5000 people were dying there so she decided to help the Jewish children to get out. She had to persuade the parents inside the Ghetto to part with their children and then find families willing to shelter them, which was a very difficult task because the Nazis could find out about this at any moment.
Wearing a star armband as a sign of her solidarity to jews, Irena began smuggling children out in an ambulance, and to help her she recruited at least one person from each of the ten centers of the Social Welfare Department. These people also created hundreds of false documents with forged signatures, which provided the 2500 children she saved with temporary new identities.
These children were taken out in gunnysacks, body bags, potato sacks, coffins and buried inside loads of goods. A mechanic took a baby out in his toolbox. The church also helped Irena; most of the children were sent to religious establishments.
In code form, Irena wrote the children's original names and their new identities, so she could one day inform them about their past. These codes were inside jars buried beneath an apple tree in a neighbor's backyard.
When the Nazis became aware of this, in 1943, Irena was arrested by Gestapo, imprisoned and tortured. Her feet and legs were broken. She ended up in the Pawiak Prison, and although she knew all the names and addresses of the families sheltering the Jewish children, she never said anything. She was sentenced to death but saved at the last minute when Zegota bribed one of the Gestapo agents.
After the war, she tracked down the 2500 children and reunited them with their relatives. And although she's been honored by international Jewish organizations, the Order of White Eagle, won the Nobel Peace Prize and many others, she always said she could have done so much more.

Irena Sendler nasceu em 1910 em Otwock, na Polónia. Era filha de um médico cujos pacientes eram na maioria judeus pobres. Quando a Alemanha invadiu a Polónia em 1939, Irena era administradora sénior do Warsaw Social Welfare Department, que geria cantinas por toda a cidade e fornecia refeições, apoio financeiro e outros serviços a pessoas necessitadas. Graças a Irena, as cantinas começaram a fornecer também roupa, medicamentos e dinheiro aos judeus. Estes judeus estavam registados com nomes cristãos fictícios e evitavam inspeções ao serem reportados como vítimas de tifo ou tuberculose.
Quando os Nazis criaram o gueto de Varsóvia em 1942 Irena aderiu a Zegota, um Conselho que ajudava os judeus, organizado pelo movimento de resistência polaco. Ela dirigia os esforços para resgatar crianças judaicas.
Irena conseguiu um passe para o gueto que declarava que ela fazia parte do Warsaw Epidemic Control, e a partir daí começou a visitar o gueto diariamente e a levar comida, medicamentos e roupas. Ainda assim, 5000 pessoas estavam a morrer lá dentro por isso ela decidiu ajudar as crianças a escaparem. Tinha que convencer os pais a separarem-se dos filhos e depois encontrar famílias que acolhessem estas crianças, o que não era tarefa fácil porque os Nazis podiam descobrir essas famílias a qualquer momento.
Usando uma braçadeira com a estrela como sinal de solidariedade para com o povo judeu, Irena começou a contrabandear crianças em ambulâncias, e para a ajudarem recrutou pelo menos uma pessoa de cada um dos dez centros do Social Welfare Deparment. Estas pessoas criaram também falsos documentos com assinaturas forjadas, que permitiram que 2500 crianças tivessem novas identidades temporárias.
Essas crianças foram levadas em sacos de serapilheira, sacos usados para transportar cadáveres, sacos de batatas, caixões e enterradas em pilhas de mantimentos. Um mecânico levou um bebé na sua caixa de ferramentas. A Igreja também ajudou Irena no processo; a maioria das crianças foi enviada para estabelecimentos religiosos.
Em código, Irena escreveu os nomes originais das crianças e as suas novas identidades, para um dia poder informá-las acerca do seu passado. Estes códigos estavam dentro de frascos que foram enterrados debaixo de uma macieira no jardim de um vizinho.
Quando os Nazis descobriram isto, em 1943, Irena foi presa pela Gestapo, encarcerada e torturada. Partiram-lhe os pés e as pernas. Ela acabou na prisão de Pawiak, e embora soubesse todos os nomes e moradas das famílias que tinham acolhido as crianças, nunca deu nenhuma informação. Foi sentenciada à morte, mas salva à última hora quando membros da Zegota subornaram um dos agentes da Gestapo.
Depois da guerra, Irena encontrou todas as 2500 crianças e reuniu-as com familiares sobreviventes. E embora tenha sido condecorada por organizações judaicas internacionais, pela Order of the White Eagle e tenha ganho o Prémio Nobel da Paz, sempre disse que podia ter feito muito mais.
Elizabeth Tudor was born in 1533. Since the beginning, she was seen by many people as a product of incest between her mother, Anne Boleyn, and her mother's brother. Although her mother was married to King Henry VII, Elizabeth's "official" father, it's said that they had problems getting pregnant so Anne asked her brother for help. Anne de Boleyn was beheaded two years after Elizabeth was born, due to this and other rumors. There's a pretty good movie with Scarlet Johanson about this.
Elizabeth became queen in 1558 when she was twenty-five. Her nation was bankrupt, torn by religious discord between the catholic and protestant churches and at war with France. The two queens who ruled before her had done a terrible job, and now Elizabeth was counseled to find a king consort quickly, so he could help her reign. But Elizabeth ruled alone for nearly half a century.
Elizabeth assembled a core of experienced and trustworthy advisers and established the protestant church (although it's said she was tolerant to all religions in England). She never married and, as she grew older, became famous for her virginity. That's why people call her The Virgin Queen.
The reign of Queen Elizabeth is known as the Elizabeth Era and she is remembered for bringing the Renaissance to England. The queen was a true intellectual, and therefore she transformed the court into a center for poets, writers, musicians, and scholars. William Shakespeare, Edmund Spencer and Christopher Marlowe were some of her connections. She was also a fashion icon at the time.
Elizabeth died in 1603, leaving behind an Era of prosperity in England. From a young age, she revealed a strong and mature intellect that helped her being one of the most powerful queens in the world. At the time, without a husband and standing in the dangerous position of a queen without children, Elizabeth ruled alone as an efficient politician and strategist, an influential person and a kind queen to her people.

Elizabeth Tudor nasceu em 1533. Desde o seu nascimento que foi vista por muita gente como o produto de incesto entre a sua mãe, Anne Boleyn, e o irmão da sua mãe. Embora a mãe fosse casada com o Rei Henry II, o pai "oficial" de Elizabeth, diz-se que eles tinham problemas a engravidar e, com a pressão de ter um filho, Anne pediu ajuda ao irmão. Dois anos depois de Elizabeth nascer, a sua mãe foi decapitada graças a este e a outros rumores. Há um filme bastante bom sobre esta história com a Scarlet Johanson.
Elizabeth subiu ao trono em 1558, quando tinha 25 anos. A nação estava falida, envolta em discórdia religiosa entre católicos e protestantes e em guerra com a França. As duas rainhas que tinham reinado antes dela tinham feito um péssimo trabalho, e agora Elizabeth era aconselhada a arranjar um rei consorte rapidamente para que tivesse ajuda a reinar. Mas Elizabeth reinou sozinha durante quase meio século.
Elizabeth reuniu um grupo de conselheiros experientes e de confiança, e estabeleceu a igreja protestante (embora se diga que ela era tolerante com todas as religiões em Inglaterra). A rainha nunca casou e, à medida que ia ficando mais velha, ficou famosa pela sua virgindade. É por isso que as pessoas lhe chamam a Rainha Virgem.
O reinado de Elizabeth é conhecido como a Era de Elizabeth e a rainha é relembrada por trazer o Renascimento a Inglaterra. Transformou a sua corte num centro de poetas, escritores, músicos e estudiosos. William Shakespeare, Edmund Spencer and Christopher Marlowe faziam parte do seu círculo. Elizabeth foi também um ícone de moda do seu tempo.
Morreu em 1603, deixando para trás uma Era de prosperidade para Inglaterra. Desde tenra idade que revelou uma maturidade intelectual que a ajudou a ser mais tarde uma das mais poderosas rainhas do mundo. Naquele tempo, sem um marido e na posição perigosa de uma rainha sem filhos, Elizabeth reinou sozinha como uma política e estrategista eficiente, uma pessoa influente e uma rainha gentil para o seu povo.

Mary Anning was born in 1799 in Lyme Regis (Great Britain), a place rich in fossils from the seas of the Jurassic period. Her father was a cabinetmaker and occasional fossil collector, and even though he died in 1810, he passed his fossil hunting skills to his wife and children.
The Annings lived in poverty until the early 1820's, selling fossils from Lyme Regis to the tourists. Later on, the professional fossil collector Thomas Birch came to know the family and decided to help them financially.
Mary Anning had found, alongside with her brother Richard, the first specimen of ichthyosaurus' fossils when she was 12 years old (they thought it was a crocodile). Since she had little formal education, Mary would eventually teach herself anatomy, geology, paleontology and scientific illustration.
Her skill and dedication produced many remarkable finds that were sought by museums, scientists and European noble collectors. Her most important find is the first plesiosaur, but she found thousands of other fossils that helped scientists draw a picture of the marine world 200 million to 140 million years ago, during the Jurassic period.
The majority of Mary's finds ended up in museums and personal collections without credit being given to her as the discoverer. After all, she was poor and she was a woman. Many scientists could not believe that a young woman from such a deprived background could possess the knowledge and skills that she had. But Mary was not just a collector; she was but also well-versed in the scientific understanding of what she collected. By the time of her death in 1847, she was respected by the scientists of her time and the general public for her work.
This, to me, is what is so incredible about her: Mary educated herself. She studied so she could understand her discoveries and ended up being a remarkable name in science. In 2010, the Royal Society included Mary Anning in a list of the ten British women who have most influenced the history of science.

Mary Anning nasceu em 1799 em Lyme Regis (Grã-Bretanha), um local rico em fósseis marítimos do período Jurássico. O seu pai era carpinteiro e colecionador de fósseis nos tempos livers, e embora tenha morrido em 1910, passou as suas técnicas para encontrar fósseis à sua mulher e filhos.
Os Annings viveram na pobreza até ao início de 1820, vendendo fósseis de Lyme Regis aos turistas. Mais tarde, um colecionador profissional chamado Thomas Birch tornou-se amigo da família e decidiu ajudá-los financeiramente.
Mary encontrou, aos doze anos, aquilo que ela e o seu irmão pensavam que era o esqueleto de um crocodilo. Afinal, era o fóssil da primeira espécie de ichthyosaurus. Uma vez que quase não teve educação formal, Mary teve que aprender sozinha anatomia, geologia, paleontologia e ilustração científica.
A sua dedicação levou a muitas descobertas importantes, que eram frequentemente solicitadas por museus, cientistas e colecionadores europeus. A sua descoberta mais importante foi o primeiro plesiosaurus, mas ela encontrou milhares de outros fóseis que ajudaram os cientistas a desenhar o esquema do mundo aquático há 200 milhões de anos atrás, durante o período Jurássico.
A maioria das suas descobertas acabou em museus e em coleções pessoais, sem quaisquer créditos dados a quem as descobriu. Afinal, ela era pobre e era uma mulher. Muitos cientistas não conseguiam acreditar que uma jovem de um contexto tão necessitado possuía o conhecimento e as capacidades que ela tinha. Mas Mary não era só uma colecionadora; era também capaz de compreender perfeitamente aquilo que encontrava e colecionava. Quando ela morreu, em 1847, era respeitada pelos cientistas da época e pelo público em geral graças ao seu trabalho.
Isto, para mim, é a razão pela qual a admiro: Mary educou-se a si mesma, mesmo que os meios fossem escassos. Estudou para que pudesse compreender o que ia descobrindo, e acabou por ser um nome incontornável da ciência. Em 2010, a Royal Society incluiu-a na lista das dez mulheres britânicas que mais influenciaram a história da ciência.



Did you know any of these women? Who are the women who inspire you the most?
Conheciam alguma destas mulheres? Quem são as mulheres que mais vos inspiram?

17 comments:

  1. Confesso que não conhecia a Madame de Pompadour. A Irena Sendler também é uma inspiração e exemplo de ser humano, para mim. Já não me recordo quando conheci a história dela, mas desde esse dia nunca mais esqueci. Grandes valores e grande mulher!

    ReplyDelete
  2. Excelente publicação, Marta! Os valores que estas mulheres privilegiam merecem ser difundidos e adorei que tivesses selecionado mulheres tão emblemáticas (e menos atuais do que aquelas que estamos habituadas a ver pela Blogosfera). Isto só mostra o quão culta e interessada és. Parabéns (pela publicação e pelo teu interesse)!

    ReplyDelete
  3. Confesso que só conhecia a Elizabeth Tudor, mas maravilhei-me com todas as outras mulheres. E que mulheres! Saio daqui bem mais culta e com a certeza de que voltar ao teu blog é sempre satisfatório. :)

    ReplyDelete
  4. Queen Elizabeth... Que exemplo!!! Estou muito interessada em ver mais posts de pessoas que te inspiram :D

    ReplyDelete
  5. Wow I really learned a lot from this post! Such incredible women would paved the way. Thanks for sharing. Xo, Ellese

    Rock.Paper.Glam.

    ReplyDelete
  6. Good post, have a good day

    http://elegant-e.blogspot.com/
    https://www.instagram.com/elegant_e_blog/

    ReplyDelete
  7. É verdade querida Marta. Só 3 euritos :D
    Muito obrigado :D

    Também sou daquelas pessoas que encontra inspiração em tudo e acaba por fazer associações sem-fim com todas elas :D

    NEW COOKING POST | Shrimp in beer, and four cheeses pasta.
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

    ReplyDelete
  8. Really interesting post! Elizabeth Tudor is one of my heroes too. X

    Kate Louise Blogs

    ReplyDelete
  9. So beautiful. Thank you for sharing and have an amazing new week.

    Style For Mankind
    Bloglovin

    ReplyDelete
  10. Já aprendi mais um pouquito por aqui!



    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

    ReplyDelete
  11. Un post muy interesante y bien explicado.
    http://elsecretodemistercloset.com

    ReplyDelete
  12. Conhecia a Irena Sendler. Tem uma história de vida incrível!
    xx, Ana

    The Insomniac Owl Blog

    ReplyDelete
  13. she is indeed amazing and beautiful

    ReplyDelete
  14. Great post dear!
    They were wonderful women.
    Kisses from Spain

    http://www.coco-smile.com/

    ReplyDelete
  15. Anonymous7/07/2016

    Para mim Marie Curie

    ReplyDelete
  16. Só agora é que tive oportunidade de ler este post e adorei-o! Quando li a história de Irena Sendler, comecei logo a perceber que já a conhecia através de um filme que existe sobre a mesma. De certo que já deves ter visto o filme, mas mesmo assim achei curioso relembrá-la - e relembrar o quanto o filme me deu voltas ao estômago, aliás qualquer coisa relacionada com a segunda guerra mundial, mexe comigo.

    Quanto à rainha Elizabeth, eu não a reconheci até teres referido as suas origens, pois este mês passado tive a oportunidade de visitar o Hampton Court Palace, onde todas as mulheres de Henry VIII viveram com ele e onde pude ouvir os breves factos históricos que referiste.

    A propósito das visitas que fiz - em especial ao National Portrait Gallery - lembrei-me tanto de ti. Estava exposto um retrato de Wallis (a duquesa de Windsor) e eu lembrei-me logo do filme "Wallis & Edward" que tu partilhaste, num dos teus blogs, por teres adorado a história dos dois. Não sei se ela faz parte das tais outras personalidades que admiras, mas foi graças a ti que a fiquei a conhecer.

    ReplyDelete